Câmara de Assis aprova Bolsa Atirador com auxílio mensal para jovens do Tiro de Guerra
- jornaldeassis

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Por unanimidade, os vereadores da Câmara Municipal de Assis aprovaram, durante a 11ª sessão ordinária, o Projeto de Lei nº 52/2026, que institui a chamada Bolsa Atirador, destinada aos jovens matriculados no Tiro de Guerra do município.
A proposta, de autoria do Poder Executivo, prevê o pagamento de um auxílio mensal no valor de R$ 250 aos atiradores, com o objetivo de oferecer suporte financeiro durante o período de formação.
Segundo o vereador Gerson Alves, a iniciativa é resultado de uma construção conjunta entre Legislativo e Executivo.
“Trata-se de uma propositura do Poder Executivo que merece o reconhecimento desta Casa. Em outubro do ano passado, encaminhei à Prefeitura um requerimento solicitando a possibilidade da inclusão desse benefício, pautado no compromisso com políticas públicas eficazes”, destacou.
📚 Apoio à formação e redução de dificuldades
Reconhecido como uma importante instituição de formação cívica, o Tiro de Guerra desempenha papel fundamental no desenvolvimento de valores como disciplina, responsabilidade, patriotismo e espírito coletivo.
Durante o período de instrução, os jovens conciliam atividades militares com estudos, trabalho e compromissos familiares. No entanto, muitos enfrentam dificuldades para arcar com despesas básicas, como transporte, alimentação e aquisição de materiais.
Nesse contexto, a Bolsa Atirador surge como um importante apoio, contribuindo para a permanência e o desempenho dos participantes.
A prefeita Telma Spera, presente na sessão, se emocionou ao comentar a aprovação do projeto.
“Estamos cuidando dos jovens da cidade de Assis. É um ato digno, de cuidado com o nosso povo, especialmente com a juventude. Os vereadores fazem parte dessa história ao implantar projetos sociais significativos”, afirmou.
🤝 Incentivo à cidadania
Além do auxílio financeiro, a iniciativa também busca incentivar a participação dos jovens em ações cívicas e comunitárias. Os atiradores frequentemente atuam em campanhas solidárias, atividades educativas e eventos públicos.
O projeto destaca ainda que o benefício não configura vínculo empregatício, sendo caracterizado como um auxílio de natureza educacional e cívica, condicionado à frequência e ao desempenho nas atividades.



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